sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Cordados (Chordata)

                           Características:


  • Presença de uma simetria bilateral,
  • Notocorda,
  • Sistema Digestório Completo,
  • Um único cordão nervoso,
  • Fendas branquiais,
  • Presença de cauda 

                            Sistemática:

                              Existem 3 subfilos no filo Chordata:
  • Urochordata ou Tunicata
  • Cephalochordata
  • Vertebrata ou Craniata


                               

                                  

Equinodermos

                                    As estrelas-do-mar de cinco braços abrem um pouco a concha de um molusco bivalve (uma ostra ou um mexilhão). 
                                    Pela abertura, a estrela enfia o próprio estômago - que põe para fora do corpo - e despeja sucos digestivos nas partes moles do molusco. Depois, ingere o material parcialmente digerido. É assim que algumas espécies de estrelas-do-mar se alimentam.

                    Abaixo alguns animais que pertence ao filo dos equinodermos, também a estrela-do-mar.
1ª: 
Lírio-do-mar

2ª: 
Bolacha-da-praia

3ª: 
Ouriço-do-mar

4ª: 
Serpente do mar

5ª: 



Pepino-do-mar

               Fontes: Texto: Livro de Ciências, Páginas 183 e 184, 7,  Ciências Vida na Terra,  Fernando Gewandsznajder, Projeto Teláris, Editora Ática

Imagens: 1ª: http://mundomarinhobr.blogspot.com.br/2011/11/lirios-do-mar.html, 
2ª: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/filo-equinodermata/bolacha-da-praia-3.php,
3ª: http://www.coladaweb.com/biologia/reinos/filo-echinodermata,
4ª: http://animais.culturamix.com/curiosidades/os-equinodermos, 
5ª: http://cifonauta.cebimar.usp.br/photo/8074/

Como são os equinodermos

São todos marinhos.
Em geral, medem apenas alguns centímetros de diâmetro, mas há uma espécie de estrela-do-mar que chega a 1 metro.
Possuem um esqueleto rígido de calcário, que fica sob a fina ''pele'' que os revestem. Quase sempre apresentam espinhos; vem daí o nome do filo.
O corpo deles pode ser divido em várias partes iguais ou equivalentes. Essa característica, presente também nos cnidários, recebe o nome de simetria radial, ou radiada.
No interior do corpo, os equinodermos têm uma rede de canais pela qual circula a água do mar. Desses canais saem pequenos tubos musculares, que se projetam para fora do corpo do anima: são os pés ambulacrários, ou ambulacrais, com os quais ele se desloca lentamente.
Tubo digestório completo.
Respiração é feita por brânquias e pelos pés ambulacrários
Sexos separados (macho e fêmea), e do ovo sai uma larva que sofre  metamorfose e origina o adulto.
Possuem cinco classes principais. A mais conhecida é a dos asteroides, representados pelas estrelas-do-ar. Possuem grande poder de regeneração. Quando um braço é arrancado, ele nasce novamente. E, se no braço arrancado houver um pedaço da parte central da estrela ele dará origem a uma nova estrela-do-mar, completa.
                                      Outras classes de equinodermos são: equinoides (ouriços-do-mar e bolachas-da-praia), holoturoides (pepinos-do-mar), ofiuroides (estrelas-serpentes, com o braço mais fino que o das estrelas-do-mar) e crinoides (lírios-do-mar).

                       Fonte: Texto: Livro de Ciências, Página 185, 7, Ciências Vida na Terra, Fernando Gewandsznajder, Projeto Teláris, Editora Ática.






quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Artrópodes

OS ARTRÓPODES

   O filo Arthropoda (Artrópodes) é um conjunto muito grande de animais, o maior grupo com espécies descritas. A enorme diversidade de adaptação destes animais permite que sobrevivam em todos os habitats. São animais que, como os anelídeos, apresentam metameria (corpo segmentado), embora em aracnídeos e crustáceos haja uma tendência de diminuição desta metameria e, em ácaros  e caranguejos ela não existe. Compreende o grupo dos insetos, crustáceos, aracnídeos, quilópodes e diplópodes.
   Apesar dos artrópodes competirem com o Homem por alimento e provocarem doenças, são essenciais para a polinização  de muitas plantas e são também utilizados como alimento e para a produção de produtos como a seda, o mel e a cera (Hickman et al., 1997).

Exoesqueleto
Cigarra saindo do seu exoesqueleto. Foto: Souchon Yves / Shutterstock.com
Cigarra saindo do seu exoesqueleto. Foto: Souchon Yves / Shutterstock.com

   Os artrópodes possuem um exoesqueleto formado por quitina, que cobre o corpo todo. A cutícula é dividida em placas separadas, permitindo a movimentação do animal. Os esqueletos cuticulares, tanto do corpo como dos apêndices encontram-se unidos entre si por membranas articulares, formando uma articulação em cada união, daí o nome artrópodes, que significa pés articulados.
   O esqueleto é secretado pela hipoderme, que é a camada tegumentar subjacente. Nos crustáceos ocorre uma deposição do carbonato de cálcio e fosfato de cálcio na formação do exoesqueleto. Normalmente a cutícula é dotada de poros (canais) por onde passam secreções glandulares.
   O exoesqueleto apresenta um problema para o crescimento do animal, e a solução disto é ele se livrar deste exoesqueleto para que possa crescer. Este processo é chamado de muda ou ecdise. O animal se desprende do esqueleto antigo e passa a secretar um novo, enquanto cresce, e para de crescer quando a cutícula endurece.
Insetos. Foto: Protasov AN / Shutterstock.com 

Inseto saindo do seu exoesqueleto antigo.
Insetos. Foto: Protasov AN / Shutterstock.com

    O tempo entre as mudas é chamado de instars. Quanto mais velho o animal, maior é a duração deste processo. As aranhas e os insetos têm um número quase definido de instars, geralmente tendo o último com a maturidade sexual. Já os caranguejos têm mudas por toda a vida. A muda é controlada por um hormônio chamado ecdisona.
Musculatura
   Os artrópodes possuem uma musculatura do tipo estriada, que está fixada na parte interna do exoesqueleto. Os músculos e a cutícula trabalham em conjunto para produzir os movimentos, formando um sistema de alavancas. O sistema muscular dos artrópodes é muito parecido com o dos vertebrados, diferindo na posição de fixação dos músculos, que nos artrópodes são fixos na parede interna do exoesqueleto, enquanto nos vertebrados são fixos na parte externa do endoesqueleto. E os músculos dos artrópodes possuem bem menos fibras e menos inervações neuronais.

Circulação

Aranha. Foto: Vitalii Hulai / Shutterstock.com
Aranha. Foto: Vitalii Hulai /   Shutterstock.com

   O coração dos artrópodes ocupa posição dorsal e é primitivamente tubular. A circulação é do tipo aberta. O coração varia em tamanho e posição nos diferentes grupos, mas em todos ele possui uma ou mais câmaras com aberturas laterais denominadas óstios. Do coração, o sangue é bombeado para os tecidos por meio de artérias e caem na hemocele, que banha os tecidos e depois volta por vários caminhos para o coração. Possuem hemocianina e hemoglobina como pigmentos respiratórios.
Respiração
   A respiração ocorre através da superfície do corpo, de brânquias, de traquéias ou de pulmões laminares. A maioria dos artrópodes terrestres tem um sistema de traquéias altamente eficiente, que entrega o oxigênio diretamente aos tecidos, permitindo uma elevada taxa metabólica. Este sistema limita igualmente o tamanho destes seres vivos. Os artrópodes aquáticos respiram principalmente por um sistema de brânquias, igualmente eficiente (Hickman et al., 1997).
Digestão
    Os intestinos anteriores e posteriores são formados a partir da ectoderme e são cobertos por cutícula. O intestino médio é formado pela endoderme. O intestino anterior é responsável pela ingestão, trituração e armazenamento de alimento. O médio é responsável pela produção de enzimas, digestão e absorção. E o posterior é responsável pela formação das fezes.
Sistema Nervoso e órgãos sensoriais.
   Os artrópodes possuem um alto grau de cefalização. Olhos, antenas e padrões complexos de comportamento exigiram destes animais um cérebro maior e mais desenvolvido. Os quelicerados não possuem antenas. O exoesqueleto de quitina forma uma barreira às terminações nervosas, então estes animais desenvolveram estruturas que driblaram esta barreira, como cerdas, pêlos e canais ou aberturas no exoesqueleto.
      A maioria possui olhos, que variam em complexidade de acordo com a espécie. Enquanto uns são pequenos com alguns fotorreceptores, outros são grandes e formam imagens. Os insetos e vários crustáceos possuem olhos compostos, formados por omatídeos, unidades cilíndricas que recebem luz. A imagem final depende do número de omatídeos estimulados.      Estes animais formam uma imagem em mosaico, pois as imagens formadas são como peças colocadas junto às outras. Esses olhos compostos são uma grande vantagem para detectar movimento, possuem um amplo campo visual, visto que a córnea destes animais é bem convexa. A córnea de um crustáceo possui um arco de 180o graus ou mais.

Reprodução

   Os artrópodes são, em sua maioria, dióicos e muitos utilizam seus apêndices modificados para a cópula. A fecundação é interna nas formas terrestres, podendo ser externa nas aquáticas. O desenvolvimento pode ser direto ou indireto. A cópula e a fecundação variam muito de acordo com a espécie.

Insetos

    São artrópodes com seis patas distribuída em três pares ligadas ao tórax. Os insetos apresentam o corpo subdividido cabeça, tórax e abdome. Possuem um par de antenas, dois pares de asas, na maioria das vezes, mas há espécies com apenas um par e outras sem asas.
   Os metâmeros são desiguais em tamanho e, durante o desenvolvimento embrionário, alguns deles podem se fundir. Essa fusão acontece na formação da cabeça, resultando em uma peça de pequeno tamanho. Nela a boca é ventral e rodeada por pares de peças bucais de função mastigadora e outros apêndices articulados, modificados para apreensão do alimento, os chamados palpos maxilares.


   Na cabeça encontram-se ainda um par de antenas articuladas (de função sensorial) e, lateralmente, duas manchas correspondentes aos olhos. São olhos compostos de diversas unidades hexagonais, conhecidas como omatídeos, responsáveis pela composição da imagem de objetos vistos pelos insetos.



Sistema digestório dos insetos

 

Didaticamente, podemos distinguir três porções do tubo digestório: anterior, médio e posterior. As porções anterior e posterior são revestidas internamente por quitina. A porção anterior é responsável principalmente pelo tratamento mecânico dos alimentos, embora possa haver atuação de enzimas digestivas produzidas na porção média. É na porção média que acontece a digestão química, a partir de enzimas provenientes de suas paredes ou de pregueamentos formados nessa região. A porção anterior é responsável pela reabsorção de água e elaboração das fezes.


   Na boca, desembocam duas glândulas salivares cuja secreção inicia o processo de digestão química. Destaca-se ainda, no tubo digestório, um papo de paredes finas, e uma moela de paredes grossas. No papo ocorre a ação de diversas enzimas digestivas e na moela se dá a trituração do alimento.
   A seguir, o alimento é conduzido ao intestino, onde existem algumas projeções tubulares em fundo cego, os cecos. Nesses dois locais, a digestão química prossegue e ocorre a absorção do alimento digerido, que é enviado para o sangue.


Sistema excretor dos insetos


      Os túbulos de Malpighi se localizam no limite entre a porção média e a porção posterior do intestino. Cada túbulo possui fundo cego e mergulha nas lacunas do corpo, de onde retira as impurezas e as descarrega no intestino para serem eliminadas com as fezes.
      O produto de excreção nitrogenada dos insetos é o ácido úrico, substância que requer pequeníssima quantidade de água para a sua eliminação (outro fator importante na adaptação dos insetos ao meio terrestre).
Sistema circulatório dos insetos
   Na maioria dos insetos, o "sangue" é incolor e chamado de hemolinfa. A circulação é do tipo lacunar ou aberta. O coração é dorsal e bombeia a hemolinfa para a extremidade anterior, fazendo-a atingir lacunas corporais ou hemocelas onde, lentamente, ocorrem as trocas (nutrientes por excretas) nos tecidos. Nos insetos as trocas de gases na respiração não é feito pelo sistema circulatório. O retorno da hemolinfa ao coração se dá por pequenos orifícios laterais (óstios) existentes nas paredes do órgão.

Sistema respiratório dos insetos

   Os insetos respiram por traquéias, pequenos canais que ligam as células do interior do corpo com o meio ambiente. Cada túbulo traqueal se ramifica e gera túbulos cada vez mais delgados que penetram nas células, oxigenando-as e removendo o gás carbônico como produto da respiração. Movimento de contração dos músculos abdominais renovam continuamente o ar das traquéias, de mode semelhante a um fole.



Sistema reprodutor dos insetos

    Os insetos têm sexos separados e a sua fecundação é interna. São animais ovíparos, que podem apresentar três tipos de desenvolvimento:
  • Direto, sem metamorfose: desenvolvido ametábolo (a = sem, metábolo = mudança). Ex.: traça-dos-livros. Do ovo eclode um jovem semelhante ao adulto.
  • Indireto, com metamorfose gradual ou incompleta: desenvolvimento hemimetábolo (hemi = meio). Exs.: gafanhoto, barata, percevejo. Do ovo eclode uma forma chamada ninfa, que é semelhante ao adulto (ou imago), mas que não tem asas desenvolvidas.
                                                   
  • Indireto, com metamorfose completa: desenvolvimento holometábolo (holo = total). Exs: Borboletas, moscas e pulgas. Do ovo eclode uma larva, também chamada lagarta, bastante distinta do adulto. Essa larva passa por um período que se alimenta ativamente, para depois entrar em estágio denominado pupa, quando ocorre a metamorfose: a larva se transforma no adulto ou imago, que emerge completamente formado. As larvas de algumas espécies de borboleta ou de mariposas produzem um casulo que protege a pupa. Depois de adulto, o inseto holometábolo não sofre mais mudas e, portanto, não cresce mais. A fase da larva pode durar de meses até mais de um ano, e a fase adulta pode durar de uma semana á alguns meses. A duração dessas fases depende da espécie.
    

    Alguns insetos holometábolos possuem fase larval aquática, como é o caso de importântes mosquitos vetores de doenças. Exs.: Culex, que transmite a elefantíase, Anopheles, que transmite a malária, Aedes aegypti, que transmite a dengue e a febre amarela.


Crustáceos


   Os crustáceos são componentes da classe Crustacea que deriva do fato de muitas espécies que compõem esse grupo possuirem um exoesqueleto enriquecido com carbonato de cálcio, formando uma crosta. É o que ocorre nas lagostas, camarões, siris e caranguejos, os representantes mais conhecidos do grupo.
   Além do exoesqueleto os crustáceos possuem apêndices articulados e corpo segmentado. Nos crustáceos a cabeça e o tórax estão fundidos em uma peça única, o cefalotórax; na cabeça, há dois pares de antenas e o abdômen apresenta apêndices articulados natatórios birremes (dois ramos presos a uma base). Na cabeça, estão presentes, além dos dois pares de antenas, dois olhos compostos, geralmente pedunculados, e, ao redor da boca, um par de mandíbulas e outros apêndices acessórios na obtênção do alimento.




Sistema respiratório dos crustáceos
Os crustáceos são animais adaptados à vida no ambiente aquático, respirando através de brânquias que geralmente se desenvolvem na base dos apêndices torácicos.
   A maioria dos crustáceos vive em ambiente marinho, embora existam muitos representantes de água doce. Entre eles verificam-se desde formas microscópicas que abundam no plâncton, até formas maiores, adaptadas a nadar, a andar sobre o fundo, e até mesmo forma sésseis, cujos adultos vivem fixos nas rochas. Além das formas de vida livre, há crustáceos que parasitam outros animais.
   Embora a maioria dos crustáceos seja aquática, ha espécies que invadiram o meio terrestre, como é o caso do tatuzinho de jardim (ou tatu-bola), da barata-da-praia (gênero Ligia) e dos caranguejos terrestres ou caranguejo-fantasma (gênero Ocypode), muito comum nas partes secas das nossas praias e dunas de areia.
   Estas formas, entretanto, não têm adaptações completas ao meio terrestre, dependendo de brânquias para a sua respiração, que devem ser sempre umedecidas ou mantidas úmidas para as trocas gasosas.
 

Sistema excretor dos crustáceos

    A excreção dos crustáceos é feita através de um par de glândulas verdes ou antenas, localizado próximo às antenas e abrindo-se para o exterior através de um poro excretor na base ventral das segundas antenas.


 

 Reprodução dos crustáceos

   A maioria dos crustáceos é de sexos separados, embora existam espécies hermafroditas, a fecundação é cruzada, envolvendo copulação. Em geral, as fêmeas de crustáceos incubam seus ovos em apêndices do corpo, como ocorre com as lagostas e caranguejos, ou em sacos ovígeros formados quando os ovos são expelidos, como ocorre em copépodes. Na maioria dos casos, o desenvolvimento é indireto, com larvas livre-natantes, podendo existir mais de um tipo de larva no mesmo ciclo de vida. Em geral, do ovo surge uma larva náuplio, que se transforma em uma larva zoez, mas esse padrão varia muito de grupo para grupo.
   Em algumas espécies, como é o caso do lagostim, as fases larvais são suprimidas, sendo que do ovo emerge um jovem: o desenvolvimento, nesses casos, é direto.

Aracnídeos


   A classe Arachnida inclui as aranhas, os escorpiões, os ácaros e os carrapatos. Apesar de existir grande diversidade de formas entre os aracnídios, eles apresentam muitas características em comum.
   O corpo é geralmente dividido em cefalotórax e abdome, que, nos aracnídeos, pode também receber os nomes de prossomo e opistossomo, respectivamente. Nos escorpiões, o abdome encontra-se diferenciado em pré-abdome, mais alargado, e pós-abdome alongado e muitas vezes chamado de cauda. Nos ácaros, não se percebe a divisão entre cefalotórax e abdome, que formam uma estrutura única.


   Os aracnídeos diferem dos outros artrópodes por não possuírem antenas nem mandíbulas.     Eles possuem, como estrutura desenvolvida com a manipulação do alimento ao redor da boca, as quelíceras, fato que deu ao grupo o nome de animais quelicerados, ao contrário dos insetos, crustáceos e miriápodes, que, por possuírem mandíbulas, são chamados de mandibulados. Além das queliceras, os aracnídeos possuem ao redor da boca, um par de pedipalpos, estrutura que pode ter funções das mais variadas dependendo do grupo. Os pedipalpos também são estruturas exclusivas dos quelicerados, não ocorrendo nos mandibulados.
   Outra característica importante dos aracnídeos é a presença de quatro pares de pernas no cefalotórax. O abdome não contém apêndices, embora nos escorpiões exista uma par de apêndices sensoriais denominado pente, localizado logo no início do pré-abdome.     Verifica-se, na região posterior e ventral do abdome das aranhas, as fiandeiras, estruturas associadas a glândulas de seda, que produzem os fios de seda com os quais elas tecem as teias.
 
   Ao contrário dos insetos e crustáceos, que possuem olhos compostos, os aracnídeos possuem apenas olhos simples.
   Os aracnídeos são artrópodes terrestres, embora exista um grupo de ácaros adaptados ao ambiente de água doce e marinho: o grupo dos Hydracarina, com 2800 espécies. A maioria dos aracnídeos é predadora, mas no grupo dos ácaros ocorre espécies parasitas de planta e de animais.
   É o caso do ácaro causador da sarna (Sarcoptes scabiei), do ácaro dos folículos pilosos e glândulas sebáceas do homem, popularmente chamado de cravo (Demodex foliculorum), e dos carrapatos, como é o caso do gênero Dermacentor.
Ao lado: O ácaro causador da Sarna

Alimentação e veneno

   As aranhas e os escorpiões são basicamente carnívoros, predando outros artrópodes e pequenos animais. Muitos possuem glândulas de veneno, que utilizam para paralisar a suas presas. Nas aranhas, estas glândulas estão associadas às quelíceras e, nos escorpiões, ao aguilhão ou télson, que corresponde a uma modificação do ultimo segmento do pós-abdome.
   O veneno da maioria das aranhas e dos escorpiões não é tóxico para o homem, mas existem espécies que podem representar algum perigo, especialmente para crianças. Entretanto, o número de casos fatais é baixo e existem soros contra a picada desses animais.
 
   Os aracnídeos são possuem mandíbulas para triturar o alimento, utilizando-se de suas quelíceras para segurar e dilacerar a presa. Eles ingerem somente alimento liquefeito e, para isso, lançam enzimas digestivas sobre os tecidos dilacerados da presa. O alimento é, então, parcialmente digerido fora do corpo do aracnídeo (digestão extracorpórea), formando um "caldo" que é sugado para o interior do estômago (estômago bombeador), associados a músculos. A digestão prossegue no interior do trato digestivo, e os restos não aproveitáveis são eliminados através do ânus.

Sistema excretor dos aracnídeos
A excreção nos aracnídeos é feitas por túbulos de Malpighi, semelhantes aos dos insetos, e também por glândulas localizadas na base das pernas, denominadas glândulas coxais.

Sistema respiratório dos aracnídeos

 
   A respiração é feita por filotraquéias, também denominadas "pulmões foliáceos". Essas estruturas são formadas por lamelas irrigadas, que se comunicam com o exterior do corpo, através de um orifício denominado estigma.
   As trocas gasosas ocorrem nas lamelas, e o oxigênio passa para o sangue. Nos escorpiões, essas são as únicas estruturas respiratórias, mas nas aranhas além das filotraquéias, existem as traquéias, semelhantes às dos insetos.


Sistema nervoso dos aracnídeos

   Muitos gânglios fundidos estão concentrados em determinados pontos do cefalotórax. O sistema nervoso da aranha é bem desenvolvido. De modo geral, existem oito olhos simples, localizados dorsalmente na metade anterior da placa cefalotorácica, com variada capacidade de elaboração de imagens, nem sempre bem interpretadas. Porém, são capazes de discriminar movimentos, razão pela qual devemos oferecer-lhes presas vivas, que se movam.
   Nas aranhas há muitos pêlos sensoriais (cerdas táteis) espalhadas pelo corpo, principalmente nos apêndices articulados. Como as aranhas não têm antenas, esses pêlos e outras estruturas sensoriais representam importante mecanismo de relacionamento desses animais com o meio ambiente e são excelentes auxiliares na percepção da existência de presas e inimigos. Certas estruturas sensoriais em forma de fendas, localizadas nas patas, são responsáveis pela percepção de vibrações. É por isso que se diz que as aranhas "ouvem" pelas patas.

   Sistema reprodutor dos aracnídeos

   Os aracnídeos são animais de sexos separados, e a sua fecundação é interna. Os machos são geralmente menores do que as fêmeas, com as quais desenvolvem todo um comportamento de "corte". Eles não possuem pênis para introduzir os espermatozóides no corpo das fêmeas, mas desenvolveram outro mecanismo para isso.
   Nas aranhas, os machos desenvolvem, na extremidade dos pedipalpos, uma dilatação bulbosa onde armazena os espermatozóides; usam, então, os pedipalpos para fecundar a fêmea. As fêmeas põem os ovos fecundados no interior de sacos de seda construídos por elas.     Dos ovos eclodem jovens semelhantes aos adultos. O desenvolvimento é direto.
Nos escorpiões, o macho une-se à fêmea e deposita no solo uma massa de espermatozóides dentro de um envoltório. Em seguida posiciona a fêmea sobre essa massa, de modo que os espermatozóides penetrem seu orifício genital. A fecundação é interna, nascendo os jovens escorpiões direto do corpo da fêmea; eles são vivíparos.
 


Miriápodes: Quilópodes e Diplópodes


   Se você comparar um piolho-de-cobra e uma lacraia, notará algumas semelhanças: ambos possuem um grande número de patas locomotoras, corpo alongado contendo muitos segmentos e uma cabeça com um par de olhos e um par de antenas.
   Diferem, no entanto, em muitos aspectos: a lacraia é achatada e tem corpo dividido em cabeça, tórax (contendo quatro segmentos) e abdômen. No primeiro segmento do corpo da lacraia há um par de garras inoculadoras de veneno. Nos demais, excetuando-se o último, há um par de patas locomotoras por segmento. O piolho de cobra não possui garras inoculadoras de veneno (ele não é venenoso) e dois dos segmentos torácico apresentam um par de patas cada um. Já no abdômen, cada segmento possui dois pares de patas cada um.

 

         
   A lacraia atua como predadora e se move rapidamente em busca de presas, pequenos roedores, insetos e minhocas; os piolhos -de-cobra movem-se lentamente e são comedores de detritos vegetais.
Ambos preferem lugares úmidos e escuros, sob troncos caídos, madeira, pedras, vasos e têm hábito predominantemente noturno.
   Respiram por traquéias, excretam por meio de túbulos de Malpighi. Os sexos são separados (dióicos) e os jovens, quanto à forma, se assemelham aos adultos.
Referência:
Ruppert, E.E. & D.R. Barnes. 1996. Zoologia dos Invertebrados. São Paulo, Rocca, 6ª ed.

Fonte:http://www.infoescola.com/biologia/artropodes-arthropoda/,
http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos3/Artropodes.php 

domingo, 31 de agosto de 2014

Moluscos

OS MOLUSCOS

   Os moluscos (filo mollusca) são animais de corpo mole (mollis= mole), não segmentado, viscoso, com simetria bilateral, podendo existir representantes assimétricos, alguns possuem uma concha, podendo ela ser interna ou externa. O corpo é dividido em cabeça, pé e massa visceral. A maioria dos representantes é marinha. Possuem grande importância econômica, pois podem ser utilizadas na alimentação, fabricação de adorno, como pérolas e objetos de colecionadores. Existem mais de 110 mil espécies descritas.


Embriologia


Os caramujos e caracóis são representantes dos moluscos. Foto: Syomao / Shutterstock.com   A ostra produz a pérola tentando se proteger
A ostra produz a pérola tentando se proteger. 

Anatomia interna de um caracol, um molusco terrestre
Anatomia interna de um caracol, um molusco terrestre.

   Os caramujos e caracóis são representantes dos moluscos. Foto: Syomao / Shutterstock.com
   Os moluscos são animais triblásticos, celomados, protostômios, esquizocélicos e hiponeuros.

Estrutura Corporal

   O corpo dos moluscos é divido em cabeça, pé e massa visceral. Na cabeça encontramos órgãos sensoriais como tentáculos e olhos. Os pés servem para locomoção e têm caráter sistemático. Nos cefalópodes os pés foram transformados em tentáculos. Na massa visceral encontramos as vísceras. Na epiderme existe uma dobra chamada manto, que secreta a concha. O manto envolve o corpo do animal. Possuem células produtoras de muco na epiderme. Entre a parede do corpo e o manto encontramos a cavidade do manto. A concha secretada é um exoesqueleto calcário.

Digestão

   Possuem um sistema digestório completo, ou seja, possuem boca e ânus. Na boca existe uma estrutura chamada rádula, que é formada por vários dentes de quitina, que raspam o substrato para obtenção de alimentos. Os bivalves não possuem rádula. A digestão é inicialmente extracelular, no estômago, nas glândulas digestórias é extracelular. Os bivalves possuem um estilete cristalino, estrutura localizada entre o estômago e o intestino, numa bolsa chamada ceco gástrico e serve para facilitar a digestão liberando enzimas.

Circulação

   A circulação nos moluscos é do tipo aberta ou lacunar, pois o sangue que são do coração cai em cavidades ou lacunas que vão banhar as células. O coração ocupa a posição dorsal e fica em uma cavidade chamada pericárdica. Possui um ou dois átrios, e 1 ventrículo. O sangue das células volta ao coração pelas lacunas. Nos cefalópodes a circulação é do tipo fechada. Os moluscos possuem pigmentos respiratórios chamados hemocianina e, principalmente os cefalópodes possuem hemoglobina.

Respiração

   A respiração nos moluscos é do tipo branquial ou pulmonar, ou cutânea, dependendo do habitat. As brânquias ficam na cavidade do manto e possuem cílios que participam na movimentação da água promovendo as trocas gasosas.

Excreção

   A excreção é feita por metanefrídios. Cada metanefrídio possui um ducto com duas aberturas: uma para a cavidade pericárdica, chamada nefróstoma, de onde retira as excretas, e um poro excretor, chamado nefridióporo, por onde saem as excretas.

Sistema Nervoso

   É do tipo ganglionar. Os gânglios são unidos entre si por cordões nervosos.
Os cefalópodes possuem uma intensa cefalização.
Os gânglios cerebróides ficam na cabeça e inervam principais estruturas cerebrais, os gânglios pediosos inervam os pés e são responsáveis pela locomoção e os gânglios viscerais inervam as vísceras.


Reprodução

Podem ser hermafroditas ou dióicos, a fecundação pode ser interna ou externa e o desenvolvimento pode ser direto ou indireto.

Classes

   - Gastropoda: São representantes desta classe o caramujo, o caracol e a lesma. Podem possuir uma concha calcárea, secretada pelo manto, todas sendo univalvas. São os únicos moluscos com representantes terrestres. Seu corpo é dividido em cabeça, pé e massa visceral. Na cabeça há tentáculos e olhos, nos pés há uma glândula produtora de muco. Os caracóis são hermafroditas.
   - Bivalvia: São representantes desta classe as ostras, mexilhões e mariscos. Sua concha é dotada de duas valvas. Possuem uma cabeça atrofiada e um pé em forma de martelo. Não possuem rádula. Os pés secretam filamentos para fixação, chamado bisso.
A respiração é branquial. Algumas partículas de alimento podem ficar retidos nas brânquias, e pela atividade dos cílios, são levadas até a boca. São exclusivamente aquáticos, com representantes de água doce e marinhos. Possuem grande importância econômica. Podem ser utilizados na alimentação e algumas espécies produzem pérolas. Quando algum corpo estranho entra na concha de uma ostra ela produz várias camadas de substância chamada nácar. Sucessivas deposições desta substância formam a pérola. Desta forma a pérola é uma estrutura de defesa.
   - Cephalopoda: São representantes desta classe as lulas, os polvos, nautilos e argonauta. São animais marinhos. As lulas possuem uma concha interna. Esse animais possuem uma intensa cefalização e os pés foram transformados em tentáculos. As lulas possuem 10 tentáculos e o polvo, 8. Apresentam rádula. Os olhos são grandes e a circulação é do tipo fechada. Possuem estruturas de defesa como cromatóforos. Quando se sentem ameaçados soltam esses pigmentos que turvam a água e confundem os predadores.
   - Polyplacopora ou Amphineura: São exclusivamente marinhos e a concha é formada por oito placas articuladas que ficam na posição dorsal. Rastejam-se no fundo do mar, se alimentando de algas que conseguem raspar com a rádula na superfície das rochas. Possuem dois cordões nervosos, por isso são chamados de Amphineura. Possuem respiração branquial.’

Fontes:http://www.infoescola.com/biologia/moluscos-mollusca/,

 http://www.escolakids.com/moluscos.htm

Anelídeos

OS ANELÍDEOS

   Os anelídeos são animais pertencentes ao filo Annelida e que possuem o corpo alongado e cilíndrico com inúmeros anéis dispostos em sequência, o que justifica o nome do filo. São animais encontrados em ambientes de água salgada ou doce e também em ambientes úmidos, de terra firme. Os animais que fazem parte desse grupo são minhocas, poliquetos e sanguessugas.
 
As minhocas são animais que respiram através da pele


   
      As minhocas são animais que respiram através da pele (respiração cutânea) e por esse motivo sempre estão com a pele úmida, pois isso permite a difusão dos gases respiratórios (oxigênio e gás carbônico). Podem medir de 5 cm a 2 m de comprimento e são encontradas em solos úmidos e ambientes de água doce. As minhocas possuem cerdas em seu corpo que podem ser sentidas quando passamos a ponta dos dedos no corpo do animal. Essas cerdas se apoiam no solo e facilitam a locomoção.
    As minhocas são animais imprescindíveis na natureza, pois auxiliam no processo de decomposição de matérias orgânicas (como folhas), escavam túneis que permitem uma melhor oxigenação das raízes das plantas e suas fezes servem de adubo para o solo. Durante o dia, a minhoca costuma ficar abrigada em seus túneis, saindo para a superfície somente no período da noite para se alimentar e se acasalar                                  

Os poliquetos possuem numerosas cerdas corporais          


    Os poliquetos possuem numerosas cerdas corporais.
  Os poliquetos são animais encontrados, em sua maioria, em ambientes marinhos. Há espécies que vivem rastejando pelo fundo do oceano à procura de animais dos quais possam se alimentar, enquanto que outras se mantêm enterradas nas praias e se alimentam de larvas e de outros pequenos organismos. Esses animais possuem grande quantidade de cerdas, chamadas de parapódios, que se encontram em todos os anéis do corpo e auxiliam na sua locomoção. Alguns poliquetos apresentam respiração cutânea, como as minhocas; enquanto outros possuem brânquias.
     As sanguessugas se alimentam do sangue de animais vertebrados.
    As sanguessugas são animais encontrados, em sua maioria, em ambientes de água doce, mas outras espécies podem ser encontradas em pântanos e brejos. Levam o nome de sanguessugas porque se alimentam do sangue de animais vertebrados. Assim como as minhocas, fazem respiração cutânea.
    Não possuem cerdas e nem parapódios e apresentam duas ventosas, cada uma em uma extremidade, que servem para sua locomoção e fixação. Quando encontra sua vítima, a sanguessuga, com a ajuda das ventosas, fixa-se, perfurando a pele da presa sem provocar nenhuma dor. Ao sugar o sangue da vítima, as glândulas salivares da sanguessuga produzem uma substância anticoagulante que impede que o sangue da presa se coagule – assim, a sanguessuga pode se alimentar.
    Antigamente, muitas pessoas utilizavam as sanguessugas acreditando que, com a retirada do sangue, haveria a chance de cura para muitas doenças. Nos dias atuais, a substância encontrada em sua saliva é utilizada para tratar trombose. Além disso, esse animal é utilizado em algumas cirurgias, para retirar o sangue acumulado.

Fontes:http://www.escolakids.com/anelideos.htm,
http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos2/anelideos.php

sábado, 30 de agosto de 2014

Nematelmintos

Os Nematelmintos

Nematelminto. Foto: D. Kucharski K. Kucharska / Shutterstock.com


    Os nematódeos, ou nematelmintos, são vermes de corpo cilíndrico, afilado nas extremidades, semelhantes a um fio (nema = fio). São parasitas de seres humanos, animais e plantas, tendo grande importância em saúde.

Lombriga (Ascaris lumbricoides)
Porção anterior de Ancylostoma duodenale, mostrando boca com dentículos dilacerantes.



    Antigamente nematoda era uma classe do filo dos Asquelmintos. As classes foram elevadas a Filo, porém, como o Filo Nematoda é o que possui mais parasitas de seres humanos, são os mais estudados no Ensino Médio. Existem cerca de 10.000 espécies descritas. Podem ser encontrados em grande quantidade no solo, na água e como parasitas.

1. Embriologia

    São animais triblásticos (possuem os 3 folhetos germinativos: ectoderme, mesoderme e endoderme), pseudocelomados (cavidade do corpo é delimitada pelos tecidos da mesoderme e tecidos da endoderme), protostômios (quando o blastóporo dá origem à boca) e possuem simetria bilateral.


2.Tegumento

    O corpo desses vermes é coberto por uma cutícula protetora muito resistente, produzida pela epiderme, composta principalmente de colágeno. Essa cutícula protege contra as enzimas produzidas pelo sistema digestório do organismo hospedeiro. A epiderme é composta por uma camada de células simples.


3. Musculatura

    A musculatura dos nematódeos é composta por uma única camada de células que se distribui longitudinalmente pelo corpo. Essa musculatura lisa é responsável pelos movimentos desses animais. Provocam flexões dorsoventrais. A movimentação também vai depender da elasticidade da cutícula e do esqueleto hidrostático, líquido presente no pseudoceloma.



4. Respiração

    Os nematódeos não possuem sistema respiratório, e a respiração é cutânea ou tegumentar, feita através de difusão.


5. Digestão

    Os nematódeos são os primeiros animais a apresentarem sistema digestório completo, ou seja, possuem boca e ânus.
    A boca possui lábios ao redor. Esses lábios possuem papilas sensoriais, dentes ou placas cortantes. Os parasitas alimentam-se de produtos pré-digeridos pelo hospedeiro, mas há também espécies fitófagas e carnívoras.


6. Circulação

    Não possuem sistema circulatório. A circulação de gases, nutrientes e substâncias tóxicas é feita pelo pseudoceloma.



7. Excreção

    Possuem uma célula especializada, com um formato que lembra a letra H. Possuem dois canais longitudinais, que percorrem a lateral do corpo do verme, unidas por um canal transversal, que emite um ducto que elimina excretas pelo poro excretor. A principal excreta desses animais é a amônia .



8.Sistema Nervoso

    Possuem dois cordões nervosos que percorrem o corpo do animal, ventral ou longitudinalmente. Da faringe partem os cordões nervosos. O cordão nervoso dorsal é responsável pela função motora, enquanto a ventral é sensorial e motora, sendo considerada a mais importante.


9. Reprodução

São animais dióicos, em sua grande maioria, possuem sexos separados. Apresentam dimorfismo sexual. Ou seja, a fêmea é diferente do macho. Normalmente os machos são menores e sua porção posterior é afilada e curva, para facilitar a cópula. A fecundação é cruzada e o desenvolvimento é indireto.




Doenças causadas por Nematelmintos:
    Ancilóstomos, lombrigas, oxiúros e filárias são alguns exemplos de nematelmintos que parasitam os seres humanos . Vamos conhecê-los melhor. 

 Fontes: http://www.infoescola.com/biologia/nematelmintos-nematoda/;

               http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos2/nematelmintos.php